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Vasco perde para Corinthians por 1 a 0 e reclama da arbitragem após pênalti não marcado O Dia

São Paulo – O que já era preocupante, agora beira o desespero. Com atuação apática, o Vasco perdeu por 1 a 0 para o Corinthians, no Itaquerão, sofreu sua 14ª derrota no Brasileiro e segue muito ameaçado de rebaixamento. Está dois pontos à frente do Z-4, mas pode entrar na zona da degola nesta rodada, caso Sport, Ceará e Chapecoense vençam seus jogos. O Timão subiu para o 12º lugar, e respira.

A obrigação de um bom resultado pressionou as duas equipes, mas parece ter afetado mais o Vasco. Afoito, o time de Alberto Valentim não conseguia trabalhar as jogadas no ataque. Para piorar, dava campo para o adversário. Com isso, o Corinthians, empurrado por sua torcida, teve mais domínio territorial e criou algumas chances de gol. Nenhuma delas realmente claras, para alívio de Fernando Miguel, que substituiu Martín Silva, convocado pela seleção uruguaia.

A ausência de Maxi López, que se recupera de um corte no pé direito, também dificultou as ações ofensivas do Vasco, que não ameaçou a meta de Cássio no primeiro tempo. Kelvin, o substituto do argentino, não foi nem a sombra do titular. A defesa cruzmaltina, ao menos, se impôs em duelo no qual a transpiração falou mais alto que a inspiração. O resultado nos primeiros 45 minutos não poderia ser outro: 0 a 0.

No intervalo, o técnico Alberto Valentim invadiu o campo para descontar sua ira sobre o árbitro Wilton Pereira de Sampaio. Acabou expulso por ter jogado um copo no chão após escanteio dado para o adversário, nos acréscimos. “Ele tem bronca de mim porque marcou um pênalti contra o São Paulo quando eu ainda estava no Botafogo. É por isso que ele me expulsou”, disse o treinador.

A perda de seu comandante parece ter desestabilizado ainda mais o Vasco na segunda etapa. Jadson, logo a 1 minuto, quase abriu o placar, mas a bola saiu rente à trave. Aos 4, Matheus Vital não perdoou. Após cruzamento de Fagner, ele se antecipou a Raul e, de cabeça, fez 1 a 0 para o Corinthians.

Apesar do gol, o Vasco, enfim, acordou e se lançou à frente. Poderia ter empatado se o árbitro, aos 39, marcasse pênalti claro de Avelar em Marrony. No mais, faltou maior poder ofensivo para impedir nova derrota e amenizar o medo de novo rebaixamento.

Apesar do gol, o Vasco acordou e se lançou à frente. Poderia ter empatado se o árbitro, aos 39, marcasse pênalti de Avelar em Marrony. Aos 49, Henriquez ainda mandou uma bola no travessão, mas não impediu a derrota. No fim, os jogadores trocaram agressões e a torcida vascaína brigou na arquibancada.

 

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