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Reforços chegando? Presidente do Santos fala sobre negociações com Jorge e Alexandre Pato

Nesta segunda-feira (25), o presidente José Carlos Peres, do ​Santos, em entrevista coletiva no CT Rei Pelé, atualizou o andamento das negociações com o lateral-esquerdo Jorge, do Monaco-FRA e o atacante Alexandre Pato, que recentemente rescindiu o seu contrato com o Tianjin Tianhai-CHI.

Após viagem para a China e Dubai, no Emirados Árabes, para tratar sobre assuntos referentes ao retrofit da Vila Belmiro, o mandatário convocou uma coletiva para atualizar os torcedores e jornalistas sobre alguns assuntos referentes ao Santos. Entre os temas abordados na entrevista, Peres falou sobre a probabilidade de Jorge e Pato atuarem no Peixe nesta temporada.

A negociação com o lateral já se arrasta há um mês e ainda não teve um desfecho entre as partes. Porém, com a chegada do presidente santista ao Brasil e com o Campeonato Paulista no término, o ​Alvinegro Praiano está confiante em sacramentar mais uma contratação para reforçar o elenco.

“Houve troca na diretoria do Monaco, acabou atrasando. Como não poderia jogar o Paulista, nem nós nem eles correram. Ele disputaria Copa do Brasil e Brasileiro. Estamos negociando. Em função disso, nos próximos dias há grande possibilidade de encerrar essa negociação. Estou confiante”, disse Peres.

Já a situação do atacante que recentemente rescindiu com o clube chinês é mais complicada. O presidente ​santista,​ que já falou abertamente sobre o interesse em Pato, optou por desconversar sobre uma possível chegada do atleta ao Peixe e preferiu exaltar o governo da China.

“Sobre Pato, eu estava na China, tomei conhecimento da rescisão, mas a viagem foi totalmente paga pelo governo chinês, por causa do interesse de parceria no Santos. Todo mundo falou em Santos, Santos tem o maior nome na China. Fizemos visita para sete ou oito países no escopo do governo para colaborar com a base, mais da base que o principal. Liga é profissional, traz jogadores de outros países, e ficou difícil para eles porque precisam pagar ao governo por contratações. Objetivo é formar na base. Tivemos suporte, todo aeroporto tinha figura do governo levando a gente, embarcando. Foi muito produtiva e fechamos uma ajuda no principal, inclusive. E com a seleção chinesa também. Há possibilidade de virem fazer pré-temporada, enfim… Precisamos urgentemente de um centro de treinamento. É nossa maior meta. Precisamos dar suporte para os países emergentes, como a China. China é boa em todos os esportes, mas falta o futebol. É o grande objetivo deles. Para crescer e ter possibilidade de conquista olímpica, copas…”, concluiu 

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