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Projeto da FIFA de ‘inchar’ Copa do Mundo esbarra em três problemas; entenda

Apesar de ainda restarem três anos até a disputa da próxima ​Copa do Mundo, este tempo é considerado curto aos olhos dos organizadores catarianos, especialmente pelas indefinições que ainda cercam o formato do torneio. A Fifa, através de seu presidente Gianni Infantino, tem pressionado a favor de um Mundial com 48 seleções ao invés das tradicionais 32, medida que conta com apoio de algumas entidades específicas como a Conmebol.

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​​Como destaca o ​Blog do Marcel Rizzo, há três grandes impedimentos que frustram, ao menos por ora, as intenções da entidade máxima do futebol em ‘inchar’ a Copa do Mundo. A primeira delas é o cronograma e infra-estrutura, desenvolvidos inicialmente com a projeção de um Mundial tradicional. Sem conseguir alocar 12 seleções e 16 jogos a mais, a solução seria ‘dividir’ a sede e levar jogos para países vizinhos.

É neste cenário que surge o segundo problema, aos olhos da Fifa: o país-sede original da edição de 2022 tem autonomia plena e garantida formalmente em contrato. Com a primazia sobre qualquer decisão que envolva a competição, os organizadores catarianos podem barrar esse desmembramento da Copa do Mundo para outros locais.

Por fim, o terceiro grande impedimento tem a ver com geopolítica e questões diplomáticas. Nações que teriam condições financeiras para receber partidas da Copa do Mundo de 2022, como Arábia Saudita, Emirados Árabes e Bahrein, romperam relações comerciais e políticas com o Qatar ainda em 2017. Omã e Kuwait aparecem como alternativas viáveis diplomaticamente, mas ambos têm limitações severas em estrutura.

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