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Nada de amigável! Discussão sobre rescisão de Maxi vai para a Justiça

O pedido de rompimento de contrato com o ​Vasco da Gama partiu do próprio Maxi López. No entanto, a quebra de vínculo, que poderia se dar de forma amigável justamente pela proposição ter vindo do centroavante, não se dará assim. O atleta já acionou a Justiça pedindo uma rescisão unilateral..

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O argentino já tem um histórico de dificultar algumas negociações, e quem o conhece sabe que dificilmente abrirá mão do que o clube está lhe devendo. Somando dois meses de salário em atraso, Fundo de Garantia e bonificações por metas atingidas, o atacante tem a receber uma quantia entre R$ 3 milhões e R$ 4 milhões. E, obviamente, se sabe que o Vasco não tem essa quantia disponível por conta da crise financeira. “Estou de saída porque não quero que me façam sentir que estou prejudicando um clube que já ocupa um espaço importante no meu coração. Fico na torcida para que possamos dar a volta por cima (no Brasileirão) e agradeço novamente o privilégio de ter feito parte desta história”, disse.

Até o momento, o departamento jurídico da equipe carioca não se pronunciou sobre o tema, mas Maxi, que compareceu ao CT do Almirante para realizar trabalhos específicos durante o final de semana e na segunda-feira, já recolheu todos os seus pertences do vestiário. Contratado em 2018, o jogador foi importante na corrida do Vasco contra o rebaixamento no último Brasileirão, mas em 2019, quando inclusive chegou a ser procurado para uma possível renovação, não manteve o nível das atuações. Com vínculo até o final do ano, já recebeu sondagens de equipes do Brasil e do exterior.

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