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Entre cânticos e bananas, casos de racismo seguem sem real combate no esporte

​Em menos de um ano, reportamos para você, leitor, alguns dos diversos casos de racismo que insistem em se multiplicar no futebol nacional/internacional. Em dezembro de 2018, dois casos que mais rodaram o mundo envolveram o atacante do Manchester City, ​Raheem Sterling, e o zagueiro do Napoli, ​Kalidou Koulibay, com os dois atletas se tornando verdadeiros porta-vozes contra o preconceito racial dentro e fora das quatro linhas. Neste ano, episódios envolvendo ​Tammy Abraham (Chelsea) e ​Romelu Lukaku (Inter de Milão) revoltaram o mundo do futebol, mas pouco se fez a nível de medida real de combate/punição a esses comportamentos nocivos e inaceitáveis em nossa sociedade moderna.

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​​Como destaca o ​Blog do Rafael Reis, esse mal se perpetua pelas arquibancadas das mais variadas formas, desde cânticos de cunho racista, aos grotescos sons de macaco reproduzidos por ‘torcedores’ na tentativa de ofender atletas em campo. Às vezes a vítima em questão nem é propriamente um adversário, situação ilustrada pelo triste caso envolvendo o brasileiro Malcom: sua contratação pelo Zenit São Petersburgo enfureceu os ultras do clube russo, que afirmavam que a aquisição de um atleta negro feria as tradições do clube.

Manifestações racistas seguem se multiplicando em estádios pelos quatro cantos do mundo, já que infratores se sentem protegidos pela passividade das entidades e até mesmo dos clubes diante desta grave questão. Mais do que discursos bonitos em premiações – como o de Gianni Infantino no ‘FIFA The Best’ -, dirigentes precisam formular projetos e propostas reais de conscientização e combate ao racismo: não basta apenas punir de forma severa, mas sim erradicar esse comportamento inaceitável.  

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