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Dirigente do Flamengo estava em grupo denunciado por reportagem da TV Globo

Bolsonaro Participates in the Opening of Escola Civico Militar in Rio de Janeiro Amidst the | Buda Mendes/Getty Images

No início desta semana, a cidade do Rio de Janeiro viveu mais um episódio lamentável em sua ‘rotina’ de escalabros de ordem política. Uma reportagem em formato de denúncia, apurada pela TV Globo, tornou de conhecimento público o grupo ‘Guardiões do Crivella’, espécie de ‘força-tarefa’ da Prefeitura formada por funcionários públicos, que impediam pessoas de investigar/denunciar os hospitais e problemas envolvendo o sistema de saúde carioca.

Como destaca o Metrópoles, um dos membros do grupo de whatsapp dos ‘Guardiões do Crivella’ era Aleksander Silvino dos Santos, diretor de relações institucionais do Flamengo. Ele tem atuado como uma espécie de intermediário, aproximando e aumentando o diálogo entre o clube e o Governo Federal. Ele esteve presente, inclusive, nos encontros recentes entre a alta cúpula rubro-negra e o presidente Jair Bolsonaro, onde as partes debateram sobre a MP 984 (direitos de transmissão) e sobre o retorno do futebol em tempos de pandemia.

Em entrevista concedida à jornalista Gabriela Moreira, do ge.com, Aleksander admitiu que fazia parte do grupo de whatsapp, mas afirma ter sido inserido sem seu conhecimento/aprovação: “Eu sou adicionado em muitos grupos. De Flamengo, então, tem um monte. Eles pegam meu número e adicionam. De fato eu estava nesse grupo, não sei precisar desde quando. Mas eu não fiz nenhuma postagem”. O dirigente ainda reiterou não ser funcionário da Prefeitura e não ter nenhuma ligação político/partidária, já que isso é proibido pelo Estatuto do Clube.

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