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Coudet acredita ter convencido grupo de jogadores do Inter a levar fé em sua metodologia de trabalho

Bruna Prado/Getty Images

O Internacional tem seu melhor início de Campeonato Brasileiro desde 1979, justamente o ano em que conquistou seu último título. Em seis jogos, o time somou cinco vitórias – foi derrotado apenas pelo Fluminense. E esta retrospecto tem relação direta, sim, com a política adotada por Eduardo Coudet.

O técnico, ao contrário de muitos colegas, não estabelece metas a longo prazo. Seu pensamento se volta, sempre, para a partida que tem pela frente. “Gosto que o time seja protagonista, competitivo. Será duro, sabemos disso. Mas vamos partida a partida, sempre focados unicamente no próximo jogo. Agora é o Palmeiras. O descanso, seguramente, será apenas para os torcedores. Nós e os jogadores já começamos imediatamente a pensar no próximo rival e na nossa recuperação”, disse o comandante, logo após o triunfo por 2 a 0 sobre o Botafogo, no Rio de Janeiro.

Isso, pelo que se vê, evita pressões desnecessárias. Mas, obviamente, precisa ser incutido na cabeça dos atletas, algo que, cona sua visão, conseguiu fazer. “Quando se chega a outro país, se trabalha em outro futebol, o primeiro a fazer é tentar mostrar uma ideia e convencer que esta ideia é a melhor para nós. O que vejo neles (jogadores) é que todos estão convencidos com a forma que jogamos, com a ideia de trabalho, eles se sentem bem. Quando o jogador se sente bem, seguramente está convencido. A única coisa que temos que fazer é seguir trabalhando e melhorando”, concluiu. Nesta quarta-feira, o Inter enfrenta o Palmeiras, fora de casa, na tentativa de se manter na liderança do Brasileirão.

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