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Cadê a explicação? Santos computa verba que sequer existe em orçamento do primeiro semestre de 2020

Miguel Schincariol/Getty Images

A direção do Santos, pelo jeito, gosta de comprar briga interna. O clube computou, em seu balanço financeiro do primeiro semestre de 2020, uma receita hipotética. E este fato, como relata a coluna De Primeira, do Uol Esporte, gerou no mínimo um embaraço em quem tem o papel de analisar as contas alvinegras.

Segundo relatório do Conselho Fiscal santista, a direção apontou a entrada de R$ 29,4 milhões oriundos de uma cláusula indenizatória relacionada ao meia-atacante Christian Cueva. O peruano, simplesmente, sumiu da Vila Belmiro e acertou transferência para o Pachuca, do México. Como o atleta tinha contrato, o clube acionou o rival mexicano na Fifa.

A entidade que comanda o futebol mundial, é bem verdade, reconheceu o direito do Santos em obter uma indenização pela saída do peruano. No entanto, o caso sequer teve um desfecho e, por isso, na visão do Conselho Fiscal, não se poderia distinguir esta verba no documento. Cueva se envolveu em diversas polêmicas extracampo enquanto esteve no futebol brasileiro e nem de perto foi o jogador sonhado pelo então técnico Jorge Sampaoli, avalista deste reforço.

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