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Após determinação, Eurico terá que lutar em duas frentes na eleição

A eleição do Vasco está longe de ter um desfecho, já que foi parar na Justiça. Por antecipação de tutela, a juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves determinou que a urna que estava sob suspeita tivesse seus votos anulados, o que tirou a vitória da chapa de Eurico Miranda e deu o triunfo no pleito a Julio Brant. Porém, agora o atual mandatário terá que brigar em mais uma frente. Isso porque a chapa terceira colocada, de Fernando Horta, pede que a chapa de Eurico seja impugnada e perca todos os seus votos e não apenas considerada segunda colocada.

O pedido de Horta faz sentido, pois a segunda colocada na eleição indica 30 lugares para o Conseleho Deliberativo, que tem 300 integrantes. O vitorioso indica 120 nomes e os outros 150 são natos. Caso a chapa de Eurico seja impugnada, Horta passa a ter o direito de indicar os 30 nomes.

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Chapa do atual presidente pode parar no terceiro lugar (Foto: Paulo Fernandes/ CRVG)

Para pedir a anulação da chapa de Eurico, Horta pega por base o estatuto do Vasco, que prevê punição no caso de fraude eleitoral. Porém, essa decisão pode ser ainda mais arrastada.

Em relação à antecipação de tutela que obriga o Vasco a alterar o resultado da eleição, colocando a chapa de Brant como vitoriosa, o clube foi notificado somente em 16 de novembro, tendo 15 dias a partir desta data para fazer a modificação.

Enquanto a situação eleitoral se arrasta, o planejamento para o próximo ano também está paralisado. O fato só não é visto como agravante porque o Vasco está lutando para ter uma vaga na próxima Copa Libertadores e essa situação é determinante para a definição do orçamento do departamento de futebol.

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