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Após contrato fora do comum, opção por rescisão com Thiago Neves se dá para amenizar prejuízo financeiro

Lucas Uebel/Getty Images

O Grêmio decidiu por romper de forma unilateral o contrato com o meia Thiago Neves. Sem rendimento em campo, o atleta se aproximava de cumprir cláusula contratual que autorizaria a renovação automática de seu vínculo, e o clube decidiu por não mais aproveitá-lo. Na visão dos dirigentes, essa atitude trará menos prejuízos financeiros ao Tricolor.

Contratado no início da temporada a pedido do técnico Renato Portaluppi, Thiago Neves assinou compromisso válido até o final de 2020, tendo salário na casa dos R$ 380 mil mensais. Porém, caso assinasse a súmula vinte vezes (não precisaria entrar em campo), já teria a extensão do contrato garantida por mais um ano. Neste caso, aos seus ganhos seriam acrescentados cerca de R$ 200 mil (a cada 30 dias) referente a luvas. Ou seja, o gasto gremista aumentaria de patamar de uma forma considerável.

Com o meia já tendo sido relacionado em 17 oportunidades (atuou em 14), o presidente Romildo Bolzan Júnior bateu martelo e, sem sequer avisar o jogador, (que foi às redes sociais criticar esta atitude, chamando a diretoria azul de amadora), informou a mídia de sua posição, tratada internamente como irreversível. O Grêmio vai bancar mais quatro meses de salário e 13º para liberar o profissional, que ainda poderá defender outra equipe no Campeonato Brasileiro.

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