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Apesar de bons frutos nos últimos anos, base do Flu é pouco usada por Diniz

​Xerém sempre foi um local que revelou grandes jogadores. E as boas vendas realizadas pelo ​Fluminense nos últimos anos comprovam isso. Em quatro temporadas, as saídas de Gerson, Kennedy, João Pedro, Wendel, Ibañez, Ayrton Lucas, Douglas e Léo Pelé renderam um total um total de R$ 168,3 aos cofres do clube, conforme levantamento do ​Uol. No entanto, embora a fonte de receitas para lá de primordial, o Flu de Fernando Diniz não vem se utilizando tanto assim de jovens talentos.

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Até o momento, os garotos formados na base da equipe não ocupam posição fundamental dentro do grupo principal e, basicamente, compõem o elenco. Mascarenhas, Daniel e Calazans, por exemplo, estão bastante valorizados no mercado, mas jogam muito pouco com o atual treinador, que tem preferido mandar a campo uma formação com nomes mais experientes e que dificilmente darão algum retorno financeiro à instituição.

Betao,Wendel

Alguém até pode se perguntar: e Everaldo, Allan e Léo Santos não são jovens? Sim, são, mas nenhum deles pertence ao Tricolor. No último jogo da equipe, contra o Flamengo (semifinal da Taça Rio), o lateral-esquerdo Mascarenhas chegou a ser preterido pelo improvisado Caio Henrique. E estas opções mais conservadores deverão ser mantidas para esta quarta-feira, quando o Fluminense entrará em campo para enfrentar o Luverdense, em Lucas do Rio Verde (MT), pela rodada de ida da terceira fase da Copa do Brasil.

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